Fev 24

Tableless é uma forma de desenvolvimento, uma metodologia que não utiliza tabelas para estruturação e disposção de um layout ou conteúdo de uma página na web. O termo tableless (table LESS) é usado mais aqui no Brasil e é um nome mais publicitário, “marketeiro” para se referir aos sites ou empresas que desenvolvem com esta metodologia.

Voltando um pouco no tempo…

O iní­cio da web foi muito conturbado. Os recursos para a criação de sites praticamente não existiam e a falta de padrões no desenvolvimento fez com que a estruturação e formatação de páginas na web se misturam-se e prejudicassem a vida do usuário e do desenvolvedor. A forma que acharam para posicionar conteúdo e criar um layout mais “atraente” foi o uso excessivo de tabelas. Essa mistura de conteúdo e formatação na web deixou os sites desnecessariamente grandes (naquela época você não tinha sua conexão de 1mb não), o redesing e manutenções eram extremamente trabalhosos e caros e a acessibilidade era praticamente nula.

Como fazer da maneira certa?

No lugar de aninhar tabelas dentro de tabelas, podemos usar simples marcações XHTML e CSS para formatar layouts, separando então as informações da formatação. É importante saber que as tabelas são sim ainda muito utilizadas, mas da forma correta. Tabelas foram e são feitas para apresentarem dados tabulares. Explicando um pouco melhor: no movimento Web Standards (Padrões Web), cada tag tem a sua função, o que chamamos de Semântica! Se você quer fazer um parágrafo, usa-se a tag <p> e </p>. Se quer fazer um tí­tulo de primeiro ní­vel (muito importante!), usa-se a tag <h1> e </h1>. Se você quer exibir dados tabulados, você usará as tabelas.

Quais as vantagens de um site tableless?

Desenvolvimento mais ágil. O redesign do seu site será mais eficiente e mais barato. Removendo os dados de formatação, refazê-las se torna um trabalho muito menos trabalhoso e barato.

Suas páginas carregarão mais rápida e os custos de hospedagem serão reduzidos

O seu site se tornará mais acessí­vel para todos os visualizadores e navegadores. Os Padrões Web e a metodologia Tableless tornam a sua página muito mais acessí­vel para usuários com deficiências, outras plataformas e para diferentes navegadores de dispositivos móveis que acessam a web.

Melhores resultados das ferramentas de busca (Google!). Reduzir a proporção do código em relação ao conteúdo e usar de uma forma simples e correta as tags (Semântica, lembra?) são métodos que ajudam a melhorar o seu ranking em ferramentas de busca.

Finalmente…

Hoje existe uma diversidade muito maior de dispositivos que podem ser usados para acessar a web, diferentes tipos de conexão a internet, uma quantidade maior de navegadores, sistemas operacionais, monitores, e com tantos determinantes, o desenvolvimento de websites usando o método tradicional não é mais interessante. Usar corretamente as tabelas e os padrões é primordial para o crescimento de uma web mais acessível.

Conheça e leia mais sobre Tableless em:

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Jan 28

Esse é mais um post sobre esse blog e da série “O que é?”. OPML, o que é? OPML ou Outline Processor Markup Language é um formato XML de listagem nativo de aplicações outliner, porém, é utilizado para listar feeds RSS (Não conhece o que são feeds? E nem RSS?) que podem ser abertos e lidos por agregadores de feeds, como por exemplo o Bloglines. Para quem não tem tempo ou paciência de entrar em cada site para ler, comentar ou até compartilhar conteúdo é interessante usar um agregador de feeds como o Bloglines, Google Reader ou qualquer outro.

O padrão OPML permite você fazer um backup e compartilhar os seus feeds. Compartilhar como? Criando o seu próprio arquivo .opml seguindo todos os padrões ou exportando do seu próprio agregador de feeds que tem suporte a OPML. Eu uso o Bloglines e com a dica do Élcio do fechaTag é possí­vel compartilhar os seus feeds diretamente do Bloglines sem precisar ficar exportando e atualizando constantemente o seu arquivo OPML.

Preparado para fazer o seu próprio OPML? Compartilhar o que você gosta de ler na web? Confira os links abaixo e aprenda mais sobre o que o OPML pode fazer!

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